quinta-feira, 30 de agosto de 2012

De repente, virou moda ser louco...


Já cheirou sua Bíblia hoje? Pense nisso.



Na boa... pra mim ser louco por cristo é algo completamente diferente... agora que inventaram a "cocaína gospel" me assusta pensar qual será a próxima loucura.

Pra mim independente das intenções, comparar o estudo da bíblia ao uso de drogas foi simplesmente infeliz.
Se ele realmente acha que a biblia traz ago semelhante ao consumo de drogas o problema e a opinião é dele. Porém e de fato a imagem por si só não trás nenhuma alusão ao evangelho bíblico e está completamente fora do contexto. A imagem fala por si só, é só olhar.
Nem tudo que se faz em nome de Cristo é aceito pelo próprio Cristo

O pior é que nossa hipocrisia ultrapassa os limites do céu e ainda depois temos a cara de pau deslavada e desvergonhada de falar mal da banalização do evangelho sem considerarmos nossa parcela de culpa.
Na boa que isso me assusta.

Ser louco por Cristo infelizmente não significa ser "louco" como Cristo. Infelizmente.
Realmente a loucura não tem fim , e não é por Cristo, pois se fosse a proposta teria uma base bíblica e nem precisaria ser justificada. Me parece que neste caso a loucura é por chamar a atenção.
A intenção pode ter sido boa, mas a forma como foi colocada não é de "boa fama, nem há alguma virtude, nem há algum louvor" ... O mundo deve ser chocado por nossa vida de santidade e não por nossa semelhança com o mundo (na intenção de santificar o mundano).
A justificativa de fazer certas loucuras em nome de Cristo não convence uma pessoa com certo conhecimento ético e moral. Os templários durante a idade média retiravam as entranhas de crianças vivas em nome de Cristo; a Igreja Romana queimava os "infiéis" em nome de Cristo; homossexuais são martirizados em nome de Cristo; e por ai vai ...
Clique aqui e leia esta reflexão do renomado teólogo Augustus Nicodemus Lopes.

De fato, nem tudo que se faz em nome de Cristo é aceito pelo próprio Cristo.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Foi expulsa do coral da igreja ...


Essa matéria (cujo título foi o que me chamou a atenção) fiquei a pensar se exílio "exclusão" realmente disciplina ou ajuda ainda mais a pessoa se afundar ... na verdade fiquei a pensar porque fazemos distinção de pecados (como se houvesse pecados grandes e pequenos o que não tem fundamento) e o tratamento que a igreja dá aos "pecadores".
De fato não precisamos concordar com o pecado e "seus pecadores", nem nos amoldarmos a eles, mas nas palavras de Jesus precisamos saber conviver com eles.
"Depoimento da Mulher Melão (Renata Frisson): Apesar de ter perdido a virgindade, segundo ela, tarde, aos 16 anos, Renata contou que uma vez foi expulsa do coral da Igreja por beijar um garoto. “Eu perdi a virgindade tarde, aos 16 anos. Antes disso, dava muito beijo na boca e meus pais reclamavam muito. Uma vez quando em cantava em um coral da igreja, fui expulsa porque beijei um menino na boca. Tinha 12 anos. Tá vendo por que fiquei revoltada? Eu até tentei entrar pra igreja, mas me expulsaram”, disse, aos risos."
O pecado desta que foi espulsa da igreja simplesmente se multiplicou levando muitos outros e outras principalmente outros a pecarem. E se tivessem tomado uma atitude diferente a respeito? E ainda, qual atitude seria a mais cristã possivel?
"Estando e vivendo nós num mundo tão corrompido, tão podre e tão mau, a oração de Jesus, ao Pai,  pelos Seus seguidores, não é que nos tire do mundo, mas que os guarde do mal. Porque teria sido assim? Porque não teria pedido ao Pai para nos tirar do mundo? Certamente teria sido melhor que Jesus pedisse ao Pai que nos tirasse do mundo e nos levasse para onde não sentíssemos mais os efeitos do pecado e do inimigo das nossas almas. Não. Jesus quer que os Seus fiquem no mundo, quer para darem testemunho."
Ao ser confrontado com uma adúltera, que provavelmente fazia muito mais que dar uns beijinhos, simplesmente a tratou com amor e disse: "não peque mais".
De fato, não se deve mundanizar a igreja mas também ela tem que ser capaz de encarar de frente e de forma cristã o pecado que a rodeia, tanto por fora como por dentro. Talvez seja algo a ser pensar !